TEMPO COMUM (Depois da Epifania) – CALENDÁRIO LITÚRGICO – ANO C (2010)

19/01/2010

Cor litúrgica: Verde

TEMPO COMUM -  ANO C  -  2010

Primeiro Domingo – Isaías 43.1-7; Salmo 29; Atos 8.14-17; São Lucas 3.15-17, 21-22

Segundo Domingo – Isaías 62:1-5; Salmo 36:5-10; 1Coríntios 12:1-11; João 2:1-11.

Terceiro Domingo – Neemias 8.1-3, 5-6, 8-10; Salmo 19; 1Coríntios 12.12-31a; São Lucas 4.14-21.

Quarto Domingo – Jeremias 1.4-10; Salmo 71.1-6; 1Coríntios 13.1-13; São Lucas 4.21-30.

Quinto Domingo – Isaías 6.1-8 (9-13); Salmo 138; 1Coríntios 15.1-11; São Lucas 5.1-11.

Sexto Domingo -  Jeremias 17.5-10; Salmo 1; 1Coríntios 15.12-20; São Lucas 6.17-26.

Quaresma (Tempo litúrgico após o Carnaval)

Cor Litúrgica: Roxo

1o.Domingo: Deuteronômio 26.1-11; Salmo 91.1-2,9-16; Romanos 10.8b-13; São Lucas 4.1-13.

2o.Domingo: Gênesis 15.1-12, 17-18; Salmo 27; Filipenses 3.17—4.1; São Lucas 13.31-35.

3o.Domingo: Isaías 55.1-9; Salmo 63.1-8; 1Coríntios 10.1-13; São Lucas 13.1-9.

4o.Domingo: Josué 5.9-12; Salmo 32; 2Coríntios 5.16-21; São Lucas 15.1-3, 11b-32.

5o.Domingo: Isaías 43.16-21; Salmo 126; Filipenses 3.4b-14; São João 12.1-8.

Tempo da Páscoa

Cor Litúrgica: Amarelo ouro

Observe os comentários sobre esta postagem, abaixo. Há informações e contribuições importantes.
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7 Responses to “TEMPO COMUM (Depois da Epifania) – CALENDÁRIO LITÚRGICO – ANO C (2010)”


  1. [...] e sua linguagem de resistência profética. É preciso observar os sinais dos tempos… 19/01/2010 – 14:00 Categories: Uncategorized | Comentários [...]

  2. Rev Luiz Souza Says:

    Gostaria que os senhores me enviassem o calendário-imagem para que eu o pudesse usar em aulas para neófitos, caso isso seja possível.

  3. derwal Says:

    QUARESMA

    INTRODUÇÃO GERAL

    A Quaresma era, nos seus inícios, na Igreja dos Apóstolos (Igreja Antiga) um tempo forte de preparação para o batismo. Na Quaresma, a pessoa que se tornaria cristã tinha a oportunidade de refletir mais e mais na nova vida que estava assumindo, assim como nas dificuldades que haveria de enfrentar para ser fiel ao evangelho no meio de um mundo pagão.

    Hoje a situação não é muito diferente para todos os que pretendem viver de modo cristão. Se nos inícios, para celebrarem a sua fé, aconteceu aos cristãos ter de se esconder nos subterrâneos das catacumbas, atualmente podem celebrar o mais sagrado dos seus mistérios diante das câmeras bisbilhoteiras da televisão. Isso, porém, não quer dizer que tenha ficado fácil viver hoje de maneira autenticamente cristã.

    As tentações de reduzir o sentido da vida ao bem-estar, ao consumismo fácil e até ao desperdício, as tentações dos ídolos do dinheiro e do mercado e os da religião milagreira, que põe a fé a serviço de interesses pessoais, estão fortemente presentes hoje, mais até do que no passado. E esses demônios se vencem com o jejum, com a oração, pela fé e por uma práxis centrada no evangelho.

    CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA – CFE

    Hoje, realizamos a CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA (CEF – 2010), que vem ocorrendo a cada 5 anos, dela participando anglicanos, metodistas, presbiterianos, católicos romanos, ortodoxos, e extra-oficialmente: batistas, pentecostais de diversos seguimentos evangélicos. O tema é Economia e Vida (Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro). O dinheiro é necessário no mundo dominado pelo dominado pelo mercado (há igrejas que aderem abertamente a esta religiosidade pagã, da prosperidade, dos milagres, do sucesso pessoal, do egoísmo e da negação da solidariedade), onde tudo se compra e se vende. Pregadores praticamente vendem a alma ao diabo, embora o nome de Deus esteja em suas bocas (“Nem todos que dizem Senhor, Senhor, falam do Reino dos céus”).

    O dinheiro, porém, se vier de Deus, vestirá e alimentará seu corpo, servirá para cuidar de sua saúde, para comprar livros e pagar escolas, para adquirir moradia e para custear seu lazer, suas férias, suas festas familiares. O dinheiro pagão, porém, resulta do culto às posses, às contas bancárias, poupança, aposentadoria, aos bens materiais, para patrocinar sucesso pessoal e alimentar a ambição e a ganância.

    Você pode tornar-se escravo do dinheiro e nele depositar suas esperanças, à procura de segurança. O cintilar do ouro e da prata, as moedas que compram a alma das pessoas, mistura-se facilmente com o egoísmo e o desamor. Você perde o senso de povo, de comunidade, de grupo e até mesmo da importância de cada um em ações solidárias. O próximo e a próxima, onde ficam? Você acaba esquecendo que há crianças abandonadas, povos e pessoas desnutridos mergulhados na fome endêmica; você esquece os moradores de rua, esquece os pobres que constituem o grupo mais desprezado pelos governos políticos (mais de 30 milhões de pessoas, no Brasil). Enfim, você fecha os olhos para o mundo ao redor, cuidando de ganhar dinheiro, comprar seu carro, apartamento, fazer viagens internacionais, e se esquece dos irmãos (até na própria família originária; alguém que tem seu sobrenome).

    Hoje a situação não é muito diferente para todos os que pretendem viver de modo cristão. Se nos inícios, para celebrarem a sua fé, aconteceu aos cristãos ter de se esconder nos subterrâneos das catacumbas, atualmente podem celebrar o mais sagrado dos seus mistérios diante das câmeras bisbilhoteiras da televisão. Quando não delicia com as festas populares, como o Carnaval; com o futebol e os acontecimentos que envolvem seu clube preferido. Isso, porém, não quer dizer que tenha ficado fácil viver hoje de maneira autenticamente cristã.

    As tentações de reduzir o sentido da vida ao bem-estar, ao consumismo fácil e até ao desperdício, as tentações dos ídolos do dinheiro e do mercado e os da religião milagreira, que põe a fé a serviço de interesses pessoais, estão fortemente presentes hoje, mais até do que no passado. E esses “demônios” (eles existem, claro!) se vencem pela fé e por uma prática de vida centrada no Evangelho. Jesus disse: “Esses demônios se vencem com jejum e oração”…
    [Cf. Texto-Base: CONIC - Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil;Roteiros Homiléticos, Revista Pastoral, Paulus].

  4. Derval Dasilio Says:

    Explicarei mais tarde, porque
    o Tempo omum – 1a. parte em 2010
    terá apenas 6 domingos. E porque
    o 7o.Domingo do Tempo Comum – Ano C
    se deslocará para o domingo depois de Pentecostes.
    Aguardem.
    Derval

  5. Derval Says:

    Prezado colega:
    Antes de tudo, meus agradecimentos. Suas informações são preciosas.
    No Brasil, resultado de 150 anos de protestantismo conservador, de procedência norte-americana,
    tornamo-nos antilúrgicos, adotando formas de culto centrado exclusivamente na pregação, visando
    o proselitismo protestante (presbiterianos, metodistas, episcopais/anglicanos, batistas, congregacionais).
    Um culto (ordo liturgico) herdado de metodistas, (re)avivalista, influência do movimento denominado “revival”,
    nos EUA, consagrou o improviso litúrgico. Até mesmo a palavra “liturgia” passou a ser questionada, como se fora
    pratica católica romana (igreja oficial brasileira — muitas marcas e rancores, também, na proibição do culto protestante).

    Exceção para luteranos, que inicialmente procedem da Alemanha, e de lá trazem agregações étinicas. Mas
    assumem os esquemas posteriores, brasileiros, antilitúrgicos. Resumindo, a reforma litúrgica, aqui, é recente.
    Apenas a Igreja Anglicana (IEAB) e uma das Luteranas (IECLB) apresentam oficialmente suas reformas, incluindo
    o Calendário Litúrgico. Nas restantes, a luta em favor da reforma litúrgica confunde-se com o esforço ecumênico.
    Igrejas ecumênicas são conscientes do sentido litúrgico que se dá ao culto cristão (católico, anglicano, batista, presbiteriano,
    metodista, etc.). Por isso mencionei os Calendários dessa forma.

    Quanto ao mais, devemos estar conscientes de que Liturgia é um assunto da mais alta relevância.
    Concordo. Nada é fácil, nesse campo. Especialmente pela diversidade ecumênica do Culto Cristão, conforme
    as variadas tradições existentes. Precisamos aprender. Aqui no Brasil, engatinhamos.

    Agradeço mais uma vez. Continue nos ajudando.
    rev.Derval Dasilio


  6. Boa tarde, Reverendo!

    Uma nota sobre o Calendário: Está certo, que o Calendário Liturgico da Igreja Lusitana (Comunhão Anglicana, em Portugal) usa “Tempo Comum” em vez de ‘Domingos depois de Epifania’ e ‘Domingos depois de Pentecostes’, mas, em Brasil e também nos Estados Unidos, os Anglicanos usem ‘Depois de Epifania’, e para os Domingos depois de Pentecostes sejam até mais complicados: em Portugal, o Domingo depois de Pentecostes é o Domingo de Trindade, e os Domingos Comuns só recomeçam depois (com o 10º Domingo Comum, em 2010). Nas Igrejas Anglicanas brasileiras e norte-americanas, o Domingo depois de Pentecostes é também o Domingo de Trindade, mas nos EUA o Domingo de Trindade é sempre o Primeiro Domingo depois de Pentecostes (mas com as leituras de Trindade), e no Brasil, é somente depois do Domingo de Trindade que coméça a “Quadra Depois de Pentecostes”– nos Leccionários das duas Igrejas (em Brasil, “Lecionários”!), estes Domingos são chamados “Próprios” (pelo o “próprio oração do dia”), e são escolhidos pela data: Próprio 1 é sempre no Domingo mais próximo a 11 de Maio, Próprio 2 é o mais próximo a 18 Maio, etc. Como Pentecostes caía num dia diferente quase todos anos, uns anos podem começar a Quadra com Próprio 1, mas outros com Próprio 5 ou 6.

    Nada é façil!

  7. derwal Says:

    Pretendo organizar didaticamente o Ano Litúrgico.
    A base estrutural corresponde àquela que se encontra
    no Manual do Culto – Editora Pendão Real.
    No Orkut, procure a comunidade CULTO CRISTÃO – LECIONÁRIO LITÚRGICO

    Nota: Os Calendários presbiterianos e católicos mundiais
    utilizam a seguinte distribuição:
    http://derwal.files.wordpress.com/2010/01/calendario-imagem.jpg?w=60 null
    CALENDÁRIO LITÚRGICO 2009-2010
    CALENDÁRIO LITÚRGICO

    1. CICLO DO NATAL
    1.1 ADVENTO
    1.2 NATAL
    1.3 CICLO DO TEMPO COMUM – 1a.Parte
    1.3.1 EPIFANIA -

    2. CICLO DA PÁSCOA
    2.1. QUARESMA
    2.1.1 QUARTA-FEIRA DE CINZAS
    2.1.1.1 DOMINGO DE RAMOS
    2.1.1.2 QUINTA-FEIRA DA PAIXÃO
    2.1.1.3 SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO
    2.1.1.4 VIGÍLIA PASCAL / DOMINGO PASCAL

    2.1.2 TEMPO PASCAL
    2.1.2.1 VIGÍLIA PASCAL / DOMINGO PASCAL
    2.1.2.2 ASCENSÃO
    2.1.2.3 PENTECOSTES

    3. CICLO DO TEMPO COMUM – 2a.Parte
    3.1 TRINDADE
    3.2 AÇÃO DE GRAÇAS
    3.3 REFORMA
    3.4 CRISTO REI
    —-
    Nota: Os Calendários Metodistas, Luteranos e Anglicanos
    substituem o TEMPO COMUM pelas nomenclaturas:
    DOMINGOS DEPOIS DA EPIFANIA (equivale a Tempo Comum – 1a. Parte)
    DOMINGOS DEPOIS DE PENTECOSTES (equivale a Tempo Comum – 2a. Parte)


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